Sangue frio de Savana

Savana Nathália, acusada de esquartejar o vigilante Joelson Souza, em um motel em Ananindeua, foi presa por volta das 13h de hoje (11) pela Polícia Militar dentro de uma embarcação, que seguia de Santarém para Macapá (AP), no momento que aportou no município de Almeirim. Savana foi reconhecida por um parente de Joelson, que mora no município e estava no mesmo barco.
O rapaz reconheceu a mulher, acusada de assassinar o primo, e acionou a polícia, que já estava no encalço de Savana. Uma equipe de cinco policiais estava no porto, eles estraram na embarcação e pediram os documentos da acusada. Testemunhas contam que, ao avistar a polícia, Savana ficou muito nervosa, colocou óculos escuros e tentou cobrir o rosto com os cabelos, para não ser reconhecida.
Ao informar que não tinha documentos, a polícia, que já suspeitava de quem se tratava, avisou que ela seria encaminhada para a cabine do capitão. Neste momento, Savana tentou quebrar os dois celulares que possuía, mas os policiais não permitiram.
Ao chegar à cabine, Savana deu um nome falso à polícia, que continuou pressionando a mulher para falar a verdade. Ao procurar na bagagem de Savana, a polícia teria encontrado um documento, então ela confessou ser a pessoa que eles estavam procurando e foi presa.
Diário

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