ESQUEMA DO FOLHÃO - prefeita tenta explicar na rádio


O escândalo de corrupção "esquema do Folhão" repercute em todos os cantos da região do salgado. Servidores convocados na terça-feira trabalharam até duas e meia da manhã, alterando dados de lotação e folha de pagamento, para que sejam enviadas à Câmara Municipal. Nem passa pelas cabeças pensantes do governo tucano que os dados de contas bancárias estão todos nos bancos, os valores recebidos que certamente quando investigados pela CPI irão confirmar a lotação oficial que foi entregue ao Blog por pessoas de confiança do atual governo, mas que terão seus nomes preservados em razão das retaliações que possam sofrer.
Hoje - logo cedo, a prefeita do município, professora Dica Costa (PSDB) concedeu uma rápida entrevista à rádio Atlântico FM pelo telefone. No ar, demonstrou todo seu desequilíbrio, falando "coisa com coisa" e não esclarecendo o que realmente os professores e a sociedade maracanaense quer saber: Afinal, ela sabia o que estava acontecendo ou não?
Como não exonerou ninguém até o momento, demonstra uma tendência de que as quantidades de horas exageradas eram do seu conhecimento, pois nenhuma providência foi tomada, a não ser as mesmas de sempre: acusar o blogueiro de má fé e destilar impropérios que não ajudam em nada a transparência pública e a democracia, pois se ofender aos outros fosse atestado de inocência, não haveria um presidiário no Brasil. Se a prefeita municipal "toma as dores" dos envolvidos no esquema deveria apresentar a lotação oficial, que na verdade é a mesma publicada aqui no blog.
Os professores de Maracanã têm a certeza dos fatos, pois vejamos: Edenilson Monteiro, o Rato, é realmente o diretor do Francisco Nunes; Marluce Alves é diretora de ensino e professora; Wagner Silva é agente administrativo concursado e realmente ministra aulas como temporário na escola Francisco Nunes. Todos os servidores municipais descritos na lotação apresentada estão nas escolas referidas, inclusive, consta o nome do saudoso professor Joel, que faleceu quando estava lotado na escola Nels Nelson. Portanto, não há dúvidas quanto a veracidade da lotação, o que já foi comprovado pelo livros pontos que estão nas escolas e farão parte da investigação da eventual CPI do FOLHÃO.
Os suspeitos de envolvimento no escândalo estão sendo escorregadios: nenhum veio à público declarar que não tem a quantidade de horas publicadas aqui no BLOG, provando com documentos, o que nos leva ao velho ditado: Quem cala, consente!

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